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Márcio Costa
especialista em marketing digital - SEO
Consultoria de SEO para empresas

Conheça o product placement seus 3 exemplos de exibição e algumas vantagens e desvantagens

O product placement é modelo de Marketing referente a “inclusão de marcas comerciais dentro de conteúdos de entretenimento e ficção, como se fossem adereços”, em troca de “uma retribuição entre a empresa e a produção cinematográfica”. Para reforçar a notoriedade ou lançar um novo produto, as marcas escolhem programas e protagonistas com os quais o consumidor mais se identifica e aos quais querem estar associadas.

A principal razão da aplicação desta técnica tem a ver com a compensação do zapping na altura dos intervalos para publicidade, pois o telespectador não muda com a mesma facilidade de canal, quando assiste a um programa televisivo.

Se você até agora não está se identificando com o termo Product Placement, não se assuste. No Brasil, ainda há muita gente que chama a ferramenta de merchandising ou simplesmente de merchan.

Script Placement

A forma verbal, também conhecida como script placement, é quando a marca é falada na estória. Seja num recadinho ou naquele momento da novela em que há uma praticamente uma pausa no desenvolvimento da trama para a exibição do produto.

Screen Placement

Na forma visual, também conhecida como screen placement, o produto apenas é mostrado visualmente, sem diálogos com o nome da marca ou do produto. Em compensação, a logomarca do produto/marca é exibida quase que escancaradamente para o espectador. Essa forma pode ser vista até em novelas antigas.

Plot Placement

O plot placement é a forma integrada de product placement. Nele, o produto é inserido dentro da trama, como parte integrante de algo que se passa com os personagens. Pode ser usado como forma de desenvolvimento de uma ação, como algo útil ou extremamente necessário ao personagem no momento. Esse tipo de product placement não era comumente usado na televisão, mas atualmente vemos em algumas novelas.

Vantagens:
- Tem uma relação custo/benefício bastante favorável, quando comparada com a publicidade normal;
– A comunicação do produto é feita no decorrer de um programa pelo que não terá os mesmos custos de produção de um spot publicitário;
– A crescente ocupação do espaço publicitário disponível, faz com que outras formas de comunicação publicitária sejam cada vez mais utilizadas;
– Os blocos publicitários são cada vez mais extensos e não são exclusivos de uma só marca, o que faz com que no mesmo bloco de anúncios sejam apresentados produtos concorrentes;
– Verifica-se a ausência de zapping, pois o telespectador não muda com a mesma facilidade de canal, quando assiste a um programa televisivo;
– Os produtos acabam por ser utilizados num ambiente natural, sem uma associação comercial patente;
– Possibilita uma maior cobertura do grupo alvo, pois pode ser comunicado nos mais variados programas e horários.

Desvantagens:
– O anunciante não controla a mensagem;
– Se o produto for colocado de forma explícita e evidente, poderá ser percepcionado como uma reportagem ao produto e não como uma forma subtil de passar a mensagem;
– É necessária uma aparição continua da marca para que telespectador a memorize;
– A sua presença pode pecar por excesso ou por escassez.

A importância de ferramentas para Marketing

Para não se perder a visão estratégica do negócio, Marketing deve adotar ferramentas que ajudem a manter integração e alinhamento de estratégias e táticas aos planos estratégicos da empresa.

Deve-se adotar um planejamento de três níveis:

Nível 1 – Planejamento de campanha.

Nível 2 – Entregas de marketing.

Nível 3 – Ações.

Soluções de automação de marketing podem ajudar muito a sua área de marketing focar mais no aspecto estratégico e disponibilizar informações valiosas para otimização de processos e ajustes nas táticas.

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E  ferramentas de marketing? quais indispensáveis para empreendedores?

1. Benchmarking
É o método sistemático de procura por melhores processos, ideias inovadoras e procedimentos de operação mais eficazes que conduzam a um desempenho superior. Importante lembrar que o verdadeiro benchmarking tem como princípio a inovação e não a cópia de ações desenvolvidas pela concorrência. Por isso, sua prática não se deve restringir apenas ao setor de atuação da empresa.

2. Servqual
É uma escala concisa de múltiplos itens, com boa confiabilidade que as organizações que atuam com serviços podem usar para compreender melhor as expectativas e percepções dos seus consumidores. Ele fornece um esqueleto básico através das suas declarações de expectativas/percepções para cada uma das cinco dimensões da qualidade do serviço: tangibilidade, confiabilidade, suscetibilidade, garantia e empatia.

3. CRM (Customer Relationship Management)
É uma integração de processos de produção, distribuição, vendas e marketing, de forma orientada ao cliente. Com isso busca-se conquistá-los, aumentar a satisfação dos atuais e estimular neles a fidelidade visando maior lucratividade para a empresa. Mais do que uma ferramenta, o CRM é uma filosofia de gestão baseada em marketing de relacionamento. Existem diversas soluções tecnológicas disponíveis no mercado para suportar o conceito original de relacionamento.

4. SWOT ou FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças)
Sistema de análise de ambiente que, por sua facilidade de compreensão e uso, é utilizada em diversos negócios. Objetiva entender o cenário momentâneo e identifica o posicionamento das marcas ou produtos que fazem parte da análise.

5. Segmentação de mercado
Processo de identificação, dentro de um mercado, de um subgrupo de clientes cujas necessidades, desejos e/ou recursos são diferentes de tal modo que os faz responder de forma diferenciada a determinados estímulos de marketing. Com essa prática as empresas podem, por exemplo, priorizar ações de marketing para clientes mais rentáveis e direcionar recursos de menor custo para clientes menos importantes.

6. Sistema de informações de marketing (S.I.M.)
Pessoas, equipamentos e procedimentos dedicados a coletar, classificar, analisar, avaliar e distribuir as informações necessárias de maneira precisa e oportuna para aqueles que tomam decisões de marketing.

7. Pesquisas de marketing
Fazem parte de um S.I.M. É a concepção, coleta, análise e comunicação em bases sistemáticas de dados, das descobertas relevantes de marketing para uma empresa. Tem grande valia no processo de tomada de decisões.

8. Plano de marketing
Documento formal que resume o entendimento sobre o mercado com suas tendências e peculiaridades. Aponta a forma como a empresa almeja atingir seus objetivos de marketing dadas as limitações de recursos da empresa. Geralmente, é apresentado em três etapas: planejamento, implementação, avaliação e controle.

O dia em que a boa ideia 51 foi parar no seriado ‘Two and a half men’

Assim como da vez em que apareceu na série “The Big Bang Theory” em 2013 a Cia Müller de Bebidas que é fabricante da famosa cachaça brasileira realizou uma ação de marketing para a garrafa da bebida aparecer no aclamado seriado ‘Two and a half men’.

A ação de marketing em questão colocou a bebida em episódios da 12ª e última temporada do seriado americano, a cachaça apareceu por alguns segundos nos episódios 6 e 7. No primeiro, com o título “Alan shot a little girl”, a garrafa da 51 apareceu em cena quando Walden (personagem interpretado por Ashton Kutcher), e Alan (Jon Cryer) estão conversando na sala da mansão de Malibu.

Na segunda aparição, no episódio “Sex with an Animated Ed Asner”, uma garrafa da bebida é vista sob a bancada da cozinha, enquanto a dupla de protagonistas estão preparando drinks. Os personagens não chegam a beber a cachaça nem a pegar na garrafa.

Chamada de “product placement”, este tipo de ação de marketing se limita a inserir o produto dentro da cenografia. “Não tem interação ou menção direta do produto. É diferente do merchandising”, explica Guilherme Mello, sócio da agência 3 Apitos, que realizou a ação em parceria com a produtora de conteúdo norte-americana Monarca Group. “No sexto episódio aconteceu de forma mais discreta, mas por aproximadamente 11 segundos, e no sétimo com maior visibilidade, por aproximadamente 5 segundos”, acrescenta.

Segundo a marca, o investimento tem o objetivo de tornar a 51 mais reconhecida no exterior. “A cachaça faz um grande sucesso entre os estrangeiros e a inserção de um product placement, que é uma ferramenta de marketing contínua e ilimitada, em uma série que todos adoram é uma nova forma de captar ainda mais a atenção do espectador e consumidor”, afirma a gerente de marketing, Paula Videira.

Desde 2013, a cachaça é reconhecida nos EUA como um produto tipicamente brasileiro (antes era vendida como brazilian rum).

Segundo a Cia Müller de Bebidas, a Cachaça 51 é líder no mercado brasileiro e lidera o mercado internacional em países como Estados Unidos, Japão, Portugal, Espanha e Itália. A empresa também é a maior exportadora brasileira de cachaça engarrafada com volume de 2 milhões de litros por ano.